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Servidor
que não aderir ao novo fundo ficará no INSS
03/05/2011
Governo mira em funcionalismo no pacote de mudanças que
prepara na Previdência
Brasília - Servidores que não aderirem ao novo
fundo de pensão — em votação no Congresso
Nacional — serão absorvidos pelo INSS. A proposta é defendida
pelo ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho.
O Projeto de Lei está na Câmara desde 2007 e faz
parte dos chamados ajustes pontuais no setor. Hoje, R$ 52 bilhões
por ano são gastos para pagar benefícios a 940
mil servidores. Conta que recebeu pouco destaque em relação
aos R$ 270 bilhões pagos a 28 milhões no INSS,
mas que chamou a atenção do atual ministro.
Em entrevista ao jornal ‘Tribuna do Norte’, Garibaldi
mostrou que está disposto a investir em mudanças
estruturais, defendendo o PL que institui para servidores o mesmo
teto do INSS. “Ultrapassando-se esse teto o servidor fará uma
opção: ou continua no regime geral (INSS) ou opta
por um fundo de pensão que será capitalizado por
ele e pelo poder público”, explicou. “Mas
essa regra cria perspectiva de ter uma aposentadoria até melhor
do que a atual”, complementou.
O Dia |