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bem-informado
Proposta do governo vai de encontro à carta aberta da AGASAI, mas
falha por ainda não apresentar proposta de reajuste concreto para
2012
07/07/2011
Analisar e recompor as perdas das categorias que tiveram prejuizo
na última negociação com o Governo em 2008 é a
principal bandeira da AGASAI no momento, tanto que no dia 17 de
junho enviamos a carta
aberta para o Governo Federal, Deputados e Senadores,
além dos
maiores jornais do Brasil e aqui do Rio Grande do Sul. Coincidência
ou não o Governo acenou com essa proposta na reunião
com o funcionalismo do dia 06 de julho.
Duvanier Ferreira, informou
que antes de falar sobre uma política com reajuste linear,
o governo precisa fazer um balanço do que já foi
concedido em termos de reajuste entre 2008 e 2010 a diversas categorias.
A partir dessa análise, o governo poderia avaliar melhor
o que propor para os trabalhadores do setor público. No
entanto o Ministério do Planejamento não apresentou
nada quanto à política salarial para a administração
pública com representantes de mais de 30 entidades nacionais,
o secretário de Relações do Trabalho.
Uma
das explicações para a ausência de proposta
vem das distorções existentes hoje na administração
pública. Para que uma política salarial linear com
ganhos reais a partir do PIB possa ser implantada. O prazo técnico
para encaminhar propostas ao Congresso Nacional é até o
dia 31 de agosto. Veja a seguir o que mais foi debatido na reunião
desta quarta.
Acordos firmados e ainda não cumpridos – No cenário
apresentado por Duvanier Ferreira não foram contabilizados
os acordos firmados e ainda não cumpridos. Diversas entidades
possuem memoriais assinados que garantiam a continuidade das negociações
não concluídas durante o governo Lula.
Na próxima reunião deverá ser apresentado
um estudo do Dieese com os valores que seriam necessários
para atender as demandas que estão no memorial assinado
com o Planejamento. A expectativa é que essas demandas -
incluindo a extensão da Lei 12.277/10 para servidores de
nível superior e concessão de reajuste similar aos
níveis intermediário e auxiliar do PGPE, PCST e carreiras
correlatas no Executivo - sejam asseguradas pelo governo.
Sobre o PL 248/98, que prevê quebra de estabilidade e demissão
por insuficiência de desempenho, Duvanier informou que já existe
proposta que inclui sugestões de ajustes apresentadas por
entidades sindicais.
Retirada dos projetos da pauta do Congresso – As entidades
esperavam que o projeto pudesse ser retirado da pauta do Congresso
enquanto os debates estão sendo travados. Mas o Planejamento
informou que não está nos planos do governo retirar
nenhum projeto já encaminhado ao Congresso. As propostas
podem até ser substituídas por outro projeto, mas
nenhum, reforçou o Planejamento, será retirado da
pauta do Congresso.
Com informações da Condsef
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