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"Aumento" garantido em 2012
13/12/2011
Congresso bate martelo para 937 mil servidores federais.
Mais carreiras podem ser incluídas
O governo federal bateu o martelo ontem e garantiu reajustes
salariais para 937 mil servidores do Executivo em julho de
2012. O impacto da medida será de R$ 1,5 bilhão,
em 2012, e de R$ 2,4 bilhões, em 2013, conforme divulgou
a Coluna no último dia 1º. O aumento será concedido
no valor do ponto da gratificação por desempenho.
O vice-líder do governo na Câmara dos Deputados,
Gilmar Machado (PT-MG), anunciou que os recursos para o aumento
serão discutidos até o fim desta semana, durante
o fechamento do relatório final do Orçamento 2012.
Feitas as contas na reta final, a equipe econômica do governo
cravou que aumentos adicionais aprovados pelo Congresso serão
vetados na Casa Civil.
Novas carreiras poderão ser incluídas até março,
mas será necessário que todo o procedimento seja
resultado de negociação entre lideranças
e ministérios. E que, principalmente, tenha impacto reduzido
no Orçamento de 2012. Novo projeto de lei contemplaria
esse novo grupo.
O Ministério do Planejamento vai retomar a negociação
com categorias em janeiro. Há carreiras que pedem nova
progressão para atingir o topo da carreira.
Já os juízes conquistaram o direito de receber
aumento de 5,2% a partir deste mês. A justificativa do
Congresso é que o texto estava na Casa desde março.
A Câmara dos Deputados, por sua vez, deve aprovar amanhã aumento
para os seus servidores e comissionados, além de reajustar
a verba de gabinete. A despesa adicional será de R$ 386
milhões por ano.
Previdência
VOTAÇÃO É AMANHÃ
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido
Vaccarezza (PT-RS), informou à Coluna que o projeto de
lei que cria o fundo de previdência complementar para os
servidores civis federais será votado amanhã. Segundo
ele, a contrapartida do governo será de 8,5%.
MILITARES DE FORA
O parlamentar explicou que os militares não foram incluídos
no projeto. Outra mudança é que cada poder terá um
fundo próprio. Já o servidor terá o direito à portabilidade
da sua contribuição previdenciária.
ALESSANDRA HORTO
O DIA
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